sexta-feira, 12 de março de 2010

Bahia será sede da Copa do Mundo por Equipes em Agôsto.

12/03/2010
Salvador - BA

Bahia será a sede da fase final da primeira edição da Copa do Mundo de Judô por Equipes, nos dias 20 e 21 de agosto. Além do Brasil, estarão na competição Japão, Coreia do Sul, França, Itália, Espanha, Portugal e Cuba. O anuncio foi feito na manhã desta quinta-feira na sede do governo baiano, após audiência entre o governador Jaques Wagner e o presidente da Confederação Brasileira de Judô, Paulo Wanderley. Participaram da solenidade Nilton Vasconcelos, secretário estadual do trabalho, emprego, renda e esporte; Maurício Santos, o diretor excecutivo da Brazil Judo World Tour e diretor de marketing da CBJ; Leandro Guilheiro, medalhista olímpico em Atenas 2004 e Pequim 2008 ; Marcelo França, vice-presidente da CBJ; e Raimundo Nonato “Bobô”, diretor da superintendência de Desportos do Estado da Bahia.

“Estamos investindo no esporte da Bahia, com eventos de peso de automobilismo, vôlei e tênis. O esporte exerce mudanças nos jovens, que melhoram na saúde e educação. Eu uso muito o judô na minha política. A essência do esporte é fantástica, onde você derruba o adversário com a força dele”, diz Jaques Wagner, que afirmou que manterá a Copa do Mundo por Equipes no estado até 2012.

O governador, muito curioso com o judô e sua história, recebeu do presidente da CBJ um quimono oficial com seu nome gravado. Também foi discutida a criação de um Centro de Treinamento Internacional no estado.

“Será um investimento em torno de R$ 1 milhão por ano e também o compromisso de ter o evento até 2012. O judô baiano é forte e a partir deste projeto vamos fomentar o esporte no estado, principalmente se realizarmos a construção do Centro de Treinamento”, diz o secretário Nilton Vasconcelos.

Para Paulo Wanderley, investir em grandes eventos fora do sudeste é politica da CBJ desde o início da sua gestão.

“Já realizamos grandes eventos na Bahia, como o Campeonato Pan-Americano 2003 e Seletivas Olímpicas. Com toda a mobilização do esporte brasileiro com as olimpíadas de 2012 e 2016, é preciso abrir o leque de opções e dar oportunidade aos países de terem um Centro de Treinamento de alto nível também no Nordeste. É um legado que ficará para todos os atletas desta região”, diz Paulo Wanderley.
CBJ - Divulgação JUDÔinforme

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