terça-feira, 6 de julho de 2010

Alunos da Escola Jayme Miranda/AL, se destacam no Judô.

06/07/2010
Maceio - AL

O esporte está transformando a Escola Municipal Jayme Miranda numa referência para a rede. As práticas esportivas mobilizam dezenas de estudantes. O judô é a modalidade onde os alunos mais se destacam. Eles são conhecidos na região Nordeste, onde já conquistaram vários prêmios. Em recente competição realizada em casa, a equipe da unidade recebeu competidores da Paraíba, Pernambuco e Sergipe.

A escola se transformou no grande palco da Copa Nordeste Open de Judô. As lutas envolveram estudantes de 5 a 17 anos. Assistidos pelos pais dos atletas e por equipes de outros estados, os judocas alagoanos apresentaram boa técnica e conquistaram lugar de destaque na competição.

Antes das competições, a acolhida aos atletas contou com o desfile das equipes. Os professores foram homenageados pela dedicação e o público pode assistir às apresentações culturais dedicadas à cultura nordestina. Os grupos artísticos, em sua maioria, contaram com a participação dos atletas.

O evento garantiu maior intercâmbio com atletas de realidades diferentes. A experiência adquirida vai ser importante na evolução da equipe da Jayme Miranda. Por esta razão, toda a comunidade escolar se envolveu com a competição. A direção se empenhou para que os atletas pudessem ter o melhor conforto.

A diretora Luciene Lima e sua vice, Josimeire Quintela, têm percebido a mudança no perfil dos alunos que passaram a admirar mais a escola por conta da visibilidade que está obtendo com o esporte. Por conta desse despertar do potencial esportivo, o rendimento em sala de aula tem aumentado gradativamente, garantem as diretoras.

A Escola Jaime Miranda está localizada no bairro da Santa Lúcia. Os moradores têm na unidade uma referência na região. A prova veio com a participação, na torcida, de jovens e moradores da comunidade.

Divulgação JUDÔinforme

Esteio/RS amplia educação de turno integral.

06/07/2010
Esteio - RS

Esteio - A partir desta semana, a Administração Municipal amplia o programa Mais Educação para todos os Centros Municipais de Educação Básica (CMEBs) em Esteio. A iniciativa contempla as escolas Eva Karnal, Alberto Pasqualini, Maria Marques, Érico Veríssimo, Clodovino Soares e Vila Olímpica.

Com as novas turmas e oficinas, o número de estudantes beneficiados no município chega a 2056 alunos, contra 1352 em 2009, ano de implementação do programa. As atividades no turno inverso das aulas ajudam a preencher o tempo livre das crianças e melhoram o desempenho escolar, tranqüilizando os pais que precisam trabalhar e têm receio de deixar os filhos sozinhos. Entre as oficinas, que são oferecidas aos alunos estão: danças, judô, xadrez, horta escolar e/ou comunitária, letramento e matemática, percussão, teatro, danças, judô, letramento e desenho, flauta doce, recreação/lazer, danças, percussão, judô e letramento, recreação/lazer, xadrez, percussão, capoeira, danças e matemática.

Divulgação JUDÔinforme

sábado, 3 de julho de 2010

Inescrupulosa e descabida política no Judô destroi sonho infantil.

03/07/2010
Valparaíso - GO

Um sonho Infantil destruído e meu desabafo

O Judô do Brasíl é o pior Judô do Mundo! Os números provam.

Começa assim: Cancelado o Pan-Americano Infanto-Juvenil da Bolívia, uma guerra de poder, da parte das instituições que comandam o Judô Internacionall, dirigentes sem escrúpulos, FIJ e a nova Confederação Pan-americana, composta de grandes e titulados "mestres", não se vê estado de consciência quanto à forma correta de agir, quanto à ética ou a moralidade, o ser humano está abaixo de todo e qualquer interesse pessoal "$".

Diferenças deverm ser tiradas nos tatames!

O sistema que controla o Judô no país não é democrático e não alcança a todos, e todo e qualquer judoca tem o direito de representar seu país, independentemente de suas suas origens, que seja uma ou outra instituição indicada para fins de selecionar à equipe do país, mas, que todos tenham o mesmo direito de lutar e representar sua nação, ou sua instituição, seu abnegado sensei, ou até mesmo, seja ele, um anonimato e solitário judoca, uma partícula mínima, até que não seja esse, um indívíduo não aceito pela sociedade ou pelos coronéis do judô, mas todos teem o direito, aceitando ou não, esse é um Judoca, de dentro ou de fora da cúpula, ele é um judoca.

É inacreditável que em pleno século da globalização, da democracia, na era da liberdade e dos direitos, e que, ainda se fale em discriminação.

O sistema de seleção deve ser aberto a todos e quaisquer cidadãos, independentemente das origemns. Também deve ser revisto a questão dos sistemas de eleições para presidentes das Federações e Ligas, pois o atleta ou seus responsáveis, que pagam suas filiações, e que sustentam o sistema e seus mercenários, esses sim, devem ter o direito de votar e escolher seus dirigentes, os atuais estatutos de federações e ligas, são arcaicos, não dão direitos, e estão longe de serem alterados, pois, somos manipulados pelos marcadores do esporte.

Treinamento de seleção, também deve ser revistos e cancelado, pois, são discriminatórios, não somos uma atividade coletiva, em que o lutador necessita de passe de seu colega, também são discriminatórios, e ainda, acho incompetente, pois, os números falam, nosso judô é o pior do mundo, uma vez que, 40 anos de campeonato mundial o Brasíl só tem 5 campeões mundiais, são 560 medalhas distribuídas desde o início, isso significa que o Brasil tem 0,08% de medalhas, e o pior, somos umas das maiores populações de judocas do mundo, de faixas pretas e recorde de rajadas.

Será que os números não seriam instrumentos de reflexões? Lamentamos por tudo, e contudo, continuo no Judô, pelo o que proporciona em termos de espriritualidade, a qual, flexibilidade que se refere, a que Jigoro Kano almejava, estaria completamente lonje desse contesto, e o que me conforta, é a fé em Cristo, com Cristo e por Cristo, quando se fala em Lucas 20: 43 - 47,

- Até que eu ponha os teus inimigos por escabelo de teus pés.
E, ouvindo-o todo o povo, disse Jesus aos seus discípulos:

Guardai-vos dos escribas, que querem andar com vestes compridas; e amam as saudações nas praças, e as principais cadeiras nas sinagogas, e os primeiros lugares nos banquetes;

Que devoram as casas das viúvas, fazendo, por pretexto, longas orações. Estes receberão maior condenação.

POFESSOR LUIS HENRIQUE BARCELLOS HOGEM
5º Dan - LNJ - CR Educ. Física 1384
Profº GDF - SEL - Matª 16501472 - 1981
Analista Sócio-Cultural - Sec. Cultura do DF
Juiz de Mediação e Conciliação do TJA de Valparaíso
Assessor Parlamentar Câmara Municipal de Valparaíso

Divulgação JUDÔinforme

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Interprete de Adamo em Passione afirma que foi Campeão Brasileiro.

02/07/2010
Rio de Janeiro - RJ

Saiba mais sobre o ex-mecânico industrial, lutador de judô e intéprete de Adamo em "Passione"

Quando morava em Joinville e vinha a São Paulo para ver espetáculos de Fernanda Montenegro, Germano Pereira nem imaginava que contracenaria com ela em sua estréia na televisão.

Mecânico industrial, ele deixou para trás um cargo importante em uma multinacional inglesa instalada no Brasil e um amor “como o de Romeu e Julieta” para vir atrás do sonho de ser ator.

Fez teatro, aprendeu a domar cavalo chucro para o cinema e um dia, após uma apresentação, ouviu de Silvio de Abreu que tinha muito talento.

Não demorou para ser convidado por ele para interpretar o – até agora – introvertido Adamo, que promete passar por uma transformação. “Todos os personagens dessa novela são tarados, e o Adamo não seria diferente”, brincou.

O riso aberto do ator, que recebeu QUEM em um café de São Paulo, só dá lugar para uma expressão mais séria quando o assunto é o coração. Germano diz que “não acredita no romantismo bobo”, mas fica visivelmente tocado ao falar de um amor do passado. Confira os melhores momentos da entrevista:


QUEM: Que lembranças você tem da vida em Joinville?
Germano Pereira: Eu sou o mais velho de três filhos, tenho duas irmãs. Tocava em banda desde os 13 anos, gostava de arte. Só que eu me formei em mecânica industrial, comecei a faculdade de engenharia e com 17 anos eu já estava assumindo uma multinacional inglesa aqui no Brasil, então tinha tudo para seguir essa carreira.

QUEM: Qual foi a reação da família quando você disse que preferia ser ator?
G.P.: Meu pai no começo ficou assustado, porque eu já estava feito, tinha um ótimo salário. Iam me mandar para Londres aos 19 anos, para ficar dois anos. Então eu pensei: ‘antes de ir para lá já vou recuar porque senão não vou desistir’. Não gostava. Às vezes ia para o banheiro para chorar, dar um tempo. Já era ator, sofrendo desse jeito (risos). Sempre ia para São Paulo para ver peças da Fernanda Montenegro e de outros atores. Um dia, fui assistir a “Dona da História”, com a Marieta Severo, e decidi que queria ser ator. Pedi demissão e fui para Curitiba, onde ingressei na companhia Satyros. De lá, vim para São Paulo.


QUEM: E como foi que surgiu o convite do Sílvio de Abreu para a novela?
G.P.: Comecei a escrever há oito anos e fiz uma adaptação do 'Hamlet' com uma visão budista. O Silvio foi assistir com a mulher, exatamente no mesmo dia que meus pais vieram para São Paulo para ver a peça. No final, ele esperou os atores saírem do camarim e veio me dizer: ‘Você é um grande ator, gostei muito do seu trabalho, e um dia vou te indicar para a Globo’. Quando foi ver uma segunda peça minha, ele já ia escrever Passione e aí veio o convite..

QUEM: Tem sido fácil lidar com o assédio repentino?
G.P.: É fenomenal. Acabei de sair do restaurante agora e vieram dois velhinhos com mais de 80 anos me dizendo: ‘É o filho do Totó!’. Isso no teatro eu nunca tive, nem no cinema. E rola muita cantada também. Pessoalmente e mais escancarada, já querendo marcar encontro por Twitter, Facebook, é meio impressionante. As mulheres são bem ousadas.

QUEM: Mas você está solteiro?
G.P.: Eu estava namorando até agora pouco. Namorei 3 anos, mas agora não sei como está. (faz uma pausa) .É difícil, não sei como é ser um ator de televisão. Estou tendo muitas informações novas. Imagina, uma mulher que namora um ator da Globo sente ciúmes de muita coisa. Quando eu saí de Joinville para ir para Curitba, eu era novo, e tinha uma namorada... Era a história de Romeu e Julieta. Começamos como 16 anos a namorar e ficamos juntos até os 21, mas dos 19 aos 21 comigo já viajando. Foi muito difícil, era uma namorada para casar. Saio da cidade para assumir minha profissão e acabo deixando um amor lá. E agora começando a novela, isso parece que está acontecendo de novo...

QUEM: Ainda mais com as cenas quentes com a Deborah Secco no filme “O Doce Veneno do Escorpião”...
G.P.: Estou me acostumando com essa coisa de jornalista. Recentemente dei uma entrevista em que falei sobre essas cenas e aí colocaram em letras garrafais: ‘Germano faz sexo com Deborah Secco’. Foi ótimo gravar com a Deborah. Já sabia que ela estava se entregando para o personagem, mas só fui falar com ela antes de gravar as cenas. Foi engraçado porque eu fui lá e provei vários figurinos, mas quando eu cheguei no set o diretor me olhou e pediu para eu tirar a roupa. E a Deborah já estava só de calcinha transparente. Pouco depois, ele me disse: ‘Vamos ver se você fica só de cueca ou de tapa sexo’. Pensei: ‘Ah, meu Deus...’ Fui cumprimentá-la assim. Nessa hora deu um nervoso, foi engraçado.

QUEM: E gravar com a Fernanda Montenegro, também te deixou nervoso?
G.P.: Foi maravilhoso. A Fernanda foi pra Itália, a gente conviveu. Não deu frio na barriga contracenar com ela, porque é tanta humanidade que eles têm, que rompendo a primeira barreira, que é a que gente coloca, depois é aprender, conviver.

QUEM: Seu personagem é um homem do campo. Já tinha este tipo de experiência?
G.P.: Eu fui criado na cidade. Fui pra cidades pequenas, mas nunca convivi em fazenda. Só que eu fiz o filme ‘Menino da Porteira’. Tive que aprender a andar a cavalo, embora não mostre isso no filme. Eu fiz um treinamento de três meses e hoje quase consigo domar um cavalo chucro.

QUEM: O Adamo tem similaridades com a sua personalidade?
G.P.: Ele cuida da família, é um apaixonado pelo trabalho como eu e pela vida também. Em breve ele vai ter dois amores. Um grande amor do passado que vai reaparecer e outro quando ele vier para o Brasil. O antigo amor é uma garota de programa, então tudo que se imagina do meu personagem cai por terra. Todos os personagens dessa novela são tarados, e o Adamo não seria diferente (risos).

QUEM: Já passou pela mesma situação, de estar apaixonado por duas mulheres?
G.P.: Sim, já passei por isso. Mas eu sou romântico, acredito no amor. Não naquele romantismo bobo, mas no amor. A gente tem que encontrar nossas paixões, aquilo que nos abastece, nossas fontes.

QUEM: E quais são as suas?
G.P.: Desisti de uma profissão para vir para essa, é a minha maior paixão. Gosto de filosofia, que cheguei a cursar um tempo na USP, da vida, de esportes. Leio muito, cinco ou seus livros ao mesmo tempo. Quando não estou fazendo isso, estou vendo filmes. Até gosto de balada, mas não sou de ir muito. E gosto de namorar. As mulheres são tudo... Sexo é importante, mas eu fico encabulado de falar disso. Posso dizer que eu gosto muito, mais do que isso fica pornográfico.

QUEM: Você se acha sexy?
G.P.: Ah, não sei, diga você. Eu vou falar isso? Eu me cuido... Faço muito esporte, corro, fui campeão brasileiro de judô, fui nadador...

QUEM: E o que considera sexy em uma mulher?
G.P.: Tem que ter um corpo bonito, ser bonita, ter um olhar diferente, a voz... mulher é um conjunto. As mulheres perderam a feminilidade com essa emancipação e não deveria perder isso apesar de assumir postos importantes, de ser independente. Mulher muito barraqueira me faz perder o interesse. É muito bom ver uma mulher poderosa que segue feminina. A Ellen Roche, que é minha amiga, e é um exemplo dessa sensualidade ela é linda, é exuberante.

Flávia Faccini - Divulgação JUDÔinforme

Olimpiadas Escolares RJ - Jeep/Jepar neste final de semana.

02/07/2010
Rio de Janeiro - RJ

Está marcado para este final de semana no Centro de Treinamentos da Federação de Judo do Estado do Rio de Janeiro na Vila Militar as competições de Judô das Olimpiadas Escolares em sua Fase Nacional.

PROGRAMAÇÃO JEPAR/JEEP 04 de julho (domingo)

Juvenil(1995/1994/1993)
Masculino e Feminino
Pesagem oficial: 8h às 8h30min
Início: 9h30min

Pré Juvenil(1996/1997)
Masculino e Feminino
Pesagem: 11h às 11h30min
Início: 12h

LOCAL: CTFJERJ – Dojô Geraldo Bernardes
Estrada São Pedro de Alcântara, 2020
Deodoro – Vila Militar

Regras definidas no Congresso

* Data: 04/07/2010 – Domingo

* Local: CT FJERJ – Vila Militar - RJ

* Horários: Serão divulgados no dia 25 de Junho de 2010.

* Pesagem: A partir das 08:00hs
Os atletas que não estiverem na categoria de peso da inscrição serão remanejados automaticamente para sua categoria.

* Apuração: Até 5 atletas por chave – Todos contra todos. Para chaves com mais de 5 atletas, eliminatória Simples sem repescagem.

* Não haverá divisão de faixas.

* Documentos aceitos: Identidade ou Passaporte, sendo aceito protocolo da identidade com carteira escolar.

* Não haverá necessidade do uso de dois judoquis mas será exigida obediencia as medidas oficiais.

Divulgação JUDÔinforme

Rio faz seletiva para Brasileiro Sub 20 que será realizado no RJ.

02/07/2010
Rio de Janeiro - RJ

Será realizado no próximo domingo, dia 4, no Centro de Treinamento da FJERJ – Brasil Vale Ouro,(Foto) a Seletiva da Classe Sub 20, visando a disputa do Campeonato Brasileiro que acontecerá nos dias 7 e 8 de agosto, no Rio de Janeiro.

A Pesagem está marcada para as 09h30min e o Início dos combates para as 13h. Para as Categorias Meio Leve, Leve e Meio Médio Feminino, as disputas acontecerão somente no dia 24 de julho.

Confira a relação dos convocados:

Divulgação JUDÔinforme

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Judocas roraimenses conquistam ouro no Pan Americano/UPJ.

01/07/2010
Boa Vista - RR

Felicidade em dose dupla marcou o 34º Campeonato Panamericano de Judô Sênior realizado durante o final de semana em Boa Vista no ginásio de esportes Senador Hélio Campos.

As atletas Hayza Mello e Juli Silva se consagraram campeãs Panamericanas nas categorias meio médio e médio. As duas judocas também conquistaram medalhas respectivamente de ouro e prata no campeonato de Kata na Copa Internacional Jaime Casanova que fechou com chave de ouro a noite dominical de competições.

Na contagem geral, a equipe brasileira foi a que conquistou no Pan o maior número de medalhas, com 14 de ouro, 12 de prata e 21 de bronze.

O Chile ficou com duas medalhas de ouro e uma de bronze.

Já na Copa Internacional, os atletas roraimenses mais uma vez se destacaram com incontestável demonstração de força e técnica conquistando uma medalha de ouro, seis de prata e uma de bronze. Os demais judocas brasileiros também com 15 de ouro, 13 de prata e 25 de bronze. O Chile ficou em segundo lugar com uma medalha de ouro.

Os países da Venezuela e República Dominicana não conquistaram medalhas nos dois eventos esportivos.

Para a atleta Hayza, se consagrar campeã Panamericana foi um sonho conquistado. “Sempre tive fé que conseguiria esse título. Foram anos de treinamento e esforços e graças a Deus consegui me consagrar campeã. Tenho que agradecer a minha família que foi um dos meus maiores incentivadores e ao professor Victor Alecrim pelo aprendizado que ele me passou”, destacou.

A judoca Juli disse que apesar de estar confiante, não imaginava que conseguiria alcançar o título de campeã Panamericana. “É uma emoção muito grande que estou sentindo e até agora não acredito que consegui vencer. Essa premiação é para mim um reconhecimento e isso me deixou mais confiante. A partir de agora vou me dedicar ainda mais ao esporte, pois tenho pretensões mais audaciosas e se Deus quiser vou alcançar outras metas”, finaliza.

Divulgação - JUDÔinforme